Ja nas ultimas 24 horas do ultimo dia do ano penso em todos os planos que tinha feito para 2011. Pelo menos um deles eu cumpri: criei um blog! Uhul! A maioria não consegui realizar, não emagreci (engordei), não encontrei nenhum namorado, tudo bem que eu nem procurei, mas ficou a promessa por cumprir, não tive nenhuma idéia genial para trabalhar em casa sem sair de perto da minha gordinha, não saí de casa e não conquistei minha independência. Mas conquistei coisas que não estava esperando, fiz novas amigas, passei em um concurso público e estou aguardando a convocação, minha filha conheceu o pai pessoalmente e voltei a falar com o meu próprio pai, sobrevivi tranquilamente a mais um ano sem um homem do lado e cheguei a conclusão satisfatória de que nao faz falta nenhuma. Mas o melhor de tudo foi que tracei metas e hoje tenho certeza do que eu quero, e a partir desse momento obtive a motivação que precisava pra sair do lugar.
Estava cansada de patinar e continuar no mesmo lugar. Foi um ano melhor que 2010 no geral, pude olhar pra mim e me redescobrir, continuo fazendo isso diariamente. Pude perceber que a mudança só depende de mim. Olho pra minha filha, com 1 ano e 10 meses, já fala tudo, por favor, dá licença, obrigada, estamos trabalhando pra que em breve não precise mais de fraldas, já sabe as vogais, ja conta até 10 e até identifica os números de 0 a 9, canta musiquinhas, dança, olho pra ela e me pergunto: quanto disso é só dela e quanto fomos nós que ensinamos? Sinto que apesar da minha condição, estou dando o meu melhor como mãe. Sei que muita gente não nota alguns pequenos "sacrificios" e também não sabem dos grandes sapos que tenho que engolir, mas eu sei. Também sei que tem gente me achando egoísta por ser protetora demais em alguns momentos, mas eu não me importo, porque eu sei, nós sabemos que esses tesouros são tudo que importa na nossa vida.
Estou satisfeita com o fim desse ano, poderia ter feito melhor, mas quando penso nos anos anteriores vejo que fiz muitos progressos. Que venha 2012, farei uma nova dieta, passarei em um concurso melhor, passarei também no vestibular que desejo, mas não quero namorado nenhum, não terei tempo pra perder com isso.
Sei que as coisas estão melhorando sem parar, sei que é por merecimento, apesar de ter um probleminha que me perturba muito. Me orgulho da mãe que sou, e ano que vem serei melhor ainda. Venha 2012, e traga tudo que merecemos!!!
Feliz 2012 a todos!!!!
E agora?!?! As dúvidas vêm com força total, os medos e as incertezas. Mas algo é certo: o amor por esse pinguinho de gente fará tudo valer a pena! Aqui poderemos refletir muito sobre todos as características frequêntes da vida de mãe solteira, e mais...
sábado, 31 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Sem tempo!!!
Não abandonei o blog, apenas estou me dedicando aos estudos com muita intensidade. Quero passar o quanto antes em algum concurso que valha a pena. Por enquanto essa é minha meta principal, e só mudará depois de alcançada. Não estou escrevendo tanto quanto eu gostaria, mas essa é apenas uma das renuncias que preciso fazer para alcançar minha meta. Ano que vem, já aprovada em um exelente concurso, passarei a divulgar melhor meu blog e escrever com frequencia regular.
Ainda este ano pretendo preparar um texto bem bonito para encerrar 2011.
Beijinhos
Ainda este ano pretendo preparar um texto bem bonito para encerrar 2011.
Beijinhos
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Segundinha comum...
Quase 10h da manhã, estamos de pé desde das 5h. Estávamos passeando pelo condomínio e acabamos de subir. Estou aqui mergulhada em meus pensamentos, a faxineira não chegou até agora. Será que terei que arrumar a casa ou poderei estudar para meus concursos? Pela hora acho que terei que arrumar a casa, pois minha mãe vem almoçar hoje. Um silêncio tranquilo paira no ar... Tranquilo??? Isso tem cheiro de arte!!! Sim, minhas amigas, enquanto escrevo essa pequena amostra de uma manhã comum, minha princesa tira todos os lençois do armário. To fingindo que nem vi...
Vida de mãe é uma loucura, mas só se permitir. Agora vou indo que o dia me espera cheio. Vou dar uma bronquinha sem exageros e juntar a bagunça.
Beijinhos
Vida de mãe é uma loucura, mas só se permitir. Agora vou indo que o dia me espera cheio. Vou dar uma bronquinha sem exageros e juntar a bagunça.
Beijinhos
domingo, 6 de novembro de 2011
Paquerar?? De que jeito??
Acabo de chegar de uma festa de aniversário infantil. Ou quase isso, porque a festa, apesar dos brinquedos, foi em uma boate. Perfeita para um gatinho de 10 anos.
Fiz escova, maquiagem, tudo em casa, claro, porque não vou mais no salão nem pra cortar o cabelo (privilégio apenas de quem tem mãe multiuso). Enfim, fiz toda produção. Pensei que pais jovens teriam amigos jovens e quem sabe algum solteiro, apaixonado por crianças, com uma conta bancária gordinha (fala sério, você também deseja a conta bancária gorda, todo mundo deseja).Saí de casa belíssima, com minha princesa arrazando num vestido preto e xadrez.
Mal entrei na festa e a boneca viu de longe o bendito pula pula. Entrou dançando e pulando, linda como sempre. O problema foi que a festa era de crianças mais velhas, e ela apenas pensa que tem tamanho, mas é pequenininha. Os garotinhos no pula pula saltavam tão alto que eu cheguei a pensar que fossem sair voando direto pro chão. Mas logo deixaram ela brincar um pouquinho. Até aí eu nem tinha olhado para os lados. Quando tirei essa menina do bendito, começou o escândalo. Ela chorava, ela gritava: Pu pula, pu pula, pu pula! Já imaginaram uma gorda rejeitando comida? Era a minha filha, não queria nem comer.
Quem é mãe sabe muito bem, não existe nada mais angustiante e enlouquecedor que choro de filho. Quando é por mal-criação então... A gente só não sai correndo porque todo mundo já teve essa idéia primeiro e a cria não pode ficar sozinha.
Fui ficando irritada. Fui ficando nervoza. Fui ficando envergonhada. Minha mãe mais ainda. Minha princesinha, tão lindinha, que canta música, conta até 10, acorda falando "eu te amo", toda linda com seus caracóis loiríssimos, estava insuportável. No final ela se acalmou. Mas sim, o assunto, paquera. Pois é... Não me lembro nem se tinha homem na festa.
Agora estou aqui, achando graça dessa vida de mãe, cheia de emoções. A princesa no berço, quietinha como uma santa. Olho pra ela, tranquila, bocejando, com um monte de adesivo que ela adora colar pelo corpo. Tem na testa, na bochecha, no nariz. Olho pra esse anjinho e me conformo que paquera mesmo sabe-se lá quando. Pelo meno aprendi a lição: ter sempre rasteiras lindissimas no guarda-roupa, porque salto alto só serve pra torcer o pé enquanto corremos atrás das figurinhas; calça é a tendência entre mamães, assim nao tem perigo de aparecer a calcinha de vovó da época da gravidez. Ai ai ai... Ano que vem volto a considerar a possibilidade de uma paquera....
Aaa, só um segredinho pra contar pra vocês: desejo loucamente que alguém me diga que estou errada em pensar assim rsrsrs
Beijos minhas amigas!!!
Fiz escova, maquiagem, tudo em casa, claro, porque não vou mais no salão nem pra cortar o cabelo (privilégio apenas de quem tem mãe multiuso). Enfim, fiz toda produção. Pensei que pais jovens teriam amigos jovens e quem sabe algum solteiro, apaixonado por crianças, com uma conta bancária gordinha (fala sério, você também deseja a conta bancária gorda, todo mundo deseja).Saí de casa belíssima, com minha princesa arrazando num vestido preto e xadrez.
Mal entrei na festa e a boneca viu de longe o bendito pula pula. Entrou dançando e pulando, linda como sempre. O problema foi que a festa era de crianças mais velhas, e ela apenas pensa que tem tamanho, mas é pequenininha. Os garotinhos no pula pula saltavam tão alto que eu cheguei a pensar que fossem sair voando direto pro chão. Mas logo deixaram ela brincar um pouquinho. Até aí eu nem tinha olhado para os lados. Quando tirei essa menina do bendito, começou o escândalo. Ela chorava, ela gritava: Pu pula, pu pula, pu pula! Já imaginaram uma gorda rejeitando comida? Era a minha filha, não queria nem comer.
Quem é mãe sabe muito bem, não existe nada mais angustiante e enlouquecedor que choro de filho. Quando é por mal-criação então... A gente só não sai correndo porque todo mundo já teve essa idéia primeiro e a cria não pode ficar sozinha.
Fui ficando irritada. Fui ficando nervoza. Fui ficando envergonhada. Minha mãe mais ainda. Minha princesinha, tão lindinha, que canta música, conta até 10, acorda falando "eu te amo", toda linda com seus caracóis loiríssimos, estava insuportável. No final ela se acalmou. Mas sim, o assunto, paquera. Pois é... Não me lembro nem se tinha homem na festa.
Agora estou aqui, achando graça dessa vida de mãe, cheia de emoções. A princesa no berço, quietinha como uma santa. Olho pra ela, tranquila, bocejando, com um monte de adesivo que ela adora colar pelo corpo. Tem na testa, na bochecha, no nariz. Olho pra esse anjinho e me conformo que paquera mesmo sabe-se lá quando. Pelo meno aprendi a lição: ter sempre rasteiras lindissimas no guarda-roupa, porque salto alto só serve pra torcer o pé enquanto corremos atrás das figurinhas; calça é a tendência entre mamães, assim nao tem perigo de aparecer a calcinha de vovó da época da gravidez. Ai ai ai... Ano que vem volto a considerar a possibilidade de uma paquera....
Aaa, só um segredinho pra contar pra vocês: desejo loucamente que alguém me diga que estou errada em pensar assim rsrsrs
Beijos minhas amigas!!!
sábado, 29 de outubro de 2011
Treco no nariz!!
Pensando em como iniciar este texto me vem à lembrança um filme, muito bonitinho, que adoro assistir. Chama-se "Espirito do Mal". Um homem tem um filho que nasce com o espirito de uma pessoa que o odeia, ao perceber que a maior dor do seu pai seria o seu sofrimento, o filho ainda bebe começa a correr todos os riscos de acidentes possiveis para que seu pai (seu inimigo de outra vida) sofra muito. É um filme muito engraçado. E parece que todas as crianças nascem assim, querendo deixar suas mães maluquinhas de tanto susto.
Hoje foi um dia de sufoco na minha vida. Contarei tudo. Ontem a noite, eu e minha mãe, notamos que minha filha respirava com um pouco de dificuldade. Achando que se tratava de uma melequinha um tanto quanto grande, rapidamente pegamos o soro fisiológico e o cotonete e começamos a tentar tirar; Obviamente a tal "meleca" não saiu. Hoje de manhã resolvi olhar melhor e achei algo estranho, preto, que me pareceu um giz de cera. Até então eu estava tranquila, achando que um médico com uma pinça adequada poderia resolver nosso problema com poucas lágrimas.
Fomos para a emergência do hospital onde temos o plano de saúde, um médico estrangeiro, que nem sabia o que era giz de cera, nos encaminhou para outro hospital, pois onde estavamos não tinha o material necessário para fazer o procedimento. Chegamos no segundo hospital, consultamos com o otorrino, e então veio a agoniante noticia de que minha filha precisaria ser sedada para então o objeto ser retirado. Em seguida uma mulher nos fala em anestesia geral. O que?? Anestesia geral é muito arriscado para um bebê. Fomos a mais dois hospitais, até que resolvemos voltar ao primeiro e pedir a opnião de um novo médico. Não tinha jeito. Ela teria que ser sedada, e para isso teria que ficar oito horas em jejum.
Para nao desitratar fomos para a enfermaria e ela tomaria glicose na veia. Achei que seria melhor a minha mãe entrar com ela, mas fiquei na porta. Grito! Choro! Ai meu coração. Fiquei esperando ela sair. Grito! Choro! Grito! Droga, a menina nao acertou a veia. Esperei. E mais grito! Mais choro! Chamaram outra pessoa. Falei para o enfermeiro chamar alguém experiente. Minha mãe me acalmou. Até que por fim, depois de quatro picadas, acharam a veia. Fiquei lá com ela uma hora e alguma coisa, depois minha mãe voltou e fui para casa tomar banho e comer algo (eu estava de jejum também e já eram umas 17h) pois a noite seria longa.
Recebi vários telefonemas da minha mãe me informando de cada passo. Em um deles ela me disse que o caninho do soro estava dobrado, ou seja, minha filha nao tava recebendo nada. Menos de cinco minutos depois ela me liga e diz que estavam indo para o outro hospital para dar inicio ao procedimento. Que raiva, quatro furos, tanto choro, tanto grito e minha filha nao tomou nada da porcaria da glicose.
Eu ja estava a caminho quando recebo o ultimo telefonema: "Você não vai acreditar! A médica conseguiu tirar o objeto com uma pinça, estamos liberadas." Claro que eu fiquei feliz demais por nao precisar dar anestesia na minha princesa. Por outro lado fiquei furiosa, pois minha filha passou fome. Minha filha foi furada, judiada pra nem tomar o bendito soro com a glicose, e no fim o problema poderia ter sido resolvido ha muito tempo.
Chorei muito, fiquei assustada. Contando, calma, ela dormindo feito anjo aqui do meu lado, a história parece muito banal e é. Na verdade pensei o tempo inteiro na nossa amiga Carol, no quanto ela sofreu e sofre ainda com sua anjinha Ana Luiza. E quantas mães que sofrem, meu Deus! Quase morri ao ver minha filha pedir "xuco" e "mamá", sabendo que eu nao poderia dar, imagina as mães que não tem pra dar...
Foi um susto!! Pois se o tal objeto fosse pro pulmão seria morte na certa. Mas passou. É minhas amigas, não ter o pai dessas criaturinhas por perto não é o maior dos nossos problemas. Ááá, eu já contei da vez que a minha filha engoliu sabão em pó?
Hoje foi um dia de sufoco na minha vida. Contarei tudo. Ontem a noite, eu e minha mãe, notamos que minha filha respirava com um pouco de dificuldade. Achando que se tratava de uma melequinha um tanto quanto grande, rapidamente pegamos o soro fisiológico e o cotonete e começamos a tentar tirar; Obviamente a tal "meleca" não saiu. Hoje de manhã resolvi olhar melhor e achei algo estranho, preto, que me pareceu um giz de cera. Até então eu estava tranquila, achando que um médico com uma pinça adequada poderia resolver nosso problema com poucas lágrimas.
Fomos para a emergência do hospital onde temos o plano de saúde, um médico estrangeiro, que nem sabia o que era giz de cera, nos encaminhou para outro hospital, pois onde estavamos não tinha o material necessário para fazer o procedimento. Chegamos no segundo hospital, consultamos com o otorrino, e então veio a agoniante noticia de que minha filha precisaria ser sedada para então o objeto ser retirado. Em seguida uma mulher nos fala em anestesia geral. O que?? Anestesia geral é muito arriscado para um bebê. Fomos a mais dois hospitais, até que resolvemos voltar ao primeiro e pedir a opnião de um novo médico. Não tinha jeito. Ela teria que ser sedada, e para isso teria que ficar oito horas em jejum.
Para nao desitratar fomos para a enfermaria e ela tomaria glicose na veia. Achei que seria melhor a minha mãe entrar com ela, mas fiquei na porta. Grito! Choro! Ai meu coração. Fiquei esperando ela sair. Grito! Choro! Grito! Droga, a menina nao acertou a veia. Esperei. E mais grito! Mais choro! Chamaram outra pessoa. Falei para o enfermeiro chamar alguém experiente. Minha mãe me acalmou. Até que por fim, depois de quatro picadas, acharam a veia. Fiquei lá com ela uma hora e alguma coisa, depois minha mãe voltou e fui para casa tomar banho e comer algo (eu estava de jejum também e já eram umas 17h) pois a noite seria longa.
Recebi vários telefonemas da minha mãe me informando de cada passo. Em um deles ela me disse que o caninho do soro estava dobrado, ou seja, minha filha nao tava recebendo nada. Menos de cinco minutos depois ela me liga e diz que estavam indo para o outro hospital para dar inicio ao procedimento. Que raiva, quatro furos, tanto choro, tanto grito e minha filha nao tomou nada da porcaria da glicose.
Eu ja estava a caminho quando recebo o ultimo telefonema: "Você não vai acreditar! A médica conseguiu tirar o objeto com uma pinça, estamos liberadas." Claro que eu fiquei feliz demais por nao precisar dar anestesia na minha princesa. Por outro lado fiquei furiosa, pois minha filha passou fome. Minha filha foi furada, judiada pra nem tomar o bendito soro com a glicose, e no fim o problema poderia ter sido resolvido ha muito tempo.
Chorei muito, fiquei assustada. Contando, calma, ela dormindo feito anjo aqui do meu lado, a história parece muito banal e é. Na verdade pensei o tempo inteiro na nossa amiga Carol, no quanto ela sofreu e sofre ainda com sua anjinha Ana Luiza. E quantas mães que sofrem, meu Deus! Quase morri ao ver minha filha pedir "xuco" e "mamá", sabendo que eu nao poderia dar, imagina as mães que não tem pra dar...
Foi um susto!! Pois se o tal objeto fosse pro pulmão seria morte na certa. Mas passou. É minhas amigas, não ter o pai dessas criaturinhas por perto não é o maior dos nossos problemas. Ááá, eu já contei da vez que a minha filha engoliu sabão em pó?
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Start!
Faz bastante tempo que venho pensando em criar um blog, mas a inspiração nunca vinha. Hoje, assim de repente, eis que surge uma vontade incontrolável de escrever, como nos velhos tempos. Liguei o notbook, sentei num colchão no quarto de brinquedos, e, ao som de Xuxa Só Para Baixinhos 4 comecei a escrever. Bem, faz mais de três horas e só cheguei até a quarta a linha deste texto. Nesse tempo já parei pra dar mamadeira, já parei pra dar banho, água, já desci e dei umas quatro voltas dentro do condomínio na esperança de minha gorda dormir e claro que ela nao dormiu, já chequei a temperatura, pois ela está com muita tosse e dor de ouvido, já ganhei beijo de graça, já quase infartei com um quase tombo feio e nesse minuto acabo de engolir um pão de queijo babado. Parece complicado né?! Mas é pior ainda!
Não quero ensinar ninguém receita de papinha, tipos de choro e nem conduta correta. Quero apenas dividir minhas experiências e pensamentos de uma forma divertida e sadia.
Ser mãe já é difícil normalmente, solteira então... Não tem como fugir das complicações dessa nova condição: preconceito, dúvidas, dificuldades. Mas não é o fim do mundo, sempre tem um jeito de levar de uma forma mais leve. Não existe um manual de instruções, existe o tal do "instindo materno" que tem uma exatidão impressionante. Enfim, ser mãe é viver num mundo tão fantástico e tao desesperador que nenhuma experiência é tão complexa quanto essa.
Quando descobri que estava grávida, minhas primeiras palavras foram "meu Deus, que venha com saúde". Mesmo que não viesse assim saudável seria amada da mesma forma. Quando eu estava com dois meses de gravidez, o pai da minha filha "descobriu" o amor da vida dele, com quem se casou quase um ano depois, e pra piorar, além de mim, deixou outra grávida chorando. Eu tinha 21 anos e nao era tão apaixonada por ele, minha decepção foi por ter sido abandonada num momento tão delicado. Pouco falarei dele, pois definitivamente ele não é o foco das minhas idéias.
Apesar de todos os choros, máguas e decepções, hoje minha filha tem 1 ano e 8 meses e é extremamente amada por todos. E linda demais, hoje mesmo fomos receber um premio de um concurso que ela venceu com mais de mil votos (uma história que vale a pena contar mais tarde).
Crio minha filha com o total apoio de minha mãe. Ainda estou sem emprego, apenas estudando em casa para concursos e vestibulares, e ainda nao passei porque somente agora estou conseguindo ter tempo para me dedicar mais profundamente. Não tenho namorado há mais de dois anos, o que não me entristece, e sim me fortalece, pois pude refletir muito sobre o assunto e observar também, tenho certeza que nao teria aprendido tando se não estivesse sozinha.
Esse foi um pequeno resumo sobre mim. São muitos os assuntos para discutirmos. Mal posso esperar para levar adiante essa nova atividade na minha vida.
Muito prazer, até breve!
Beijinhos!
Não quero ensinar ninguém receita de papinha, tipos de choro e nem conduta correta. Quero apenas dividir minhas experiências e pensamentos de uma forma divertida e sadia.
Ser mãe já é difícil normalmente, solteira então... Não tem como fugir das complicações dessa nova condição: preconceito, dúvidas, dificuldades. Mas não é o fim do mundo, sempre tem um jeito de levar de uma forma mais leve. Não existe um manual de instruções, existe o tal do "instindo materno" que tem uma exatidão impressionante. Enfim, ser mãe é viver num mundo tão fantástico e tao desesperador que nenhuma experiência é tão complexa quanto essa.
Quando descobri que estava grávida, minhas primeiras palavras foram "meu Deus, que venha com saúde". Mesmo que não viesse assim saudável seria amada da mesma forma. Quando eu estava com dois meses de gravidez, o pai da minha filha "descobriu" o amor da vida dele, com quem se casou quase um ano depois, e pra piorar, além de mim, deixou outra grávida chorando. Eu tinha 21 anos e nao era tão apaixonada por ele, minha decepção foi por ter sido abandonada num momento tão delicado. Pouco falarei dele, pois definitivamente ele não é o foco das minhas idéias.
Apesar de todos os choros, máguas e decepções, hoje minha filha tem 1 ano e 8 meses e é extremamente amada por todos. E linda demais, hoje mesmo fomos receber um premio de um concurso que ela venceu com mais de mil votos (uma história que vale a pena contar mais tarde).
Crio minha filha com o total apoio de minha mãe. Ainda estou sem emprego, apenas estudando em casa para concursos e vestibulares, e ainda nao passei porque somente agora estou conseguindo ter tempo para me dedicar mais profundamente. Não tenho namorado há mais de dois anos, o que não me entristece, e sim me fortalece, pois pude refletir muito sobre o assunto e observar também, tenho certeza que nao teria aprendido tando se não estivesse sozinha.
Esse foi um pequeno resumo sobre mim. São muitos os assuntos para discutirmos. Mal posso esperar para levar adiante essa nova atividade na minha vida.
Muito prazer, até breve!
Beijinhos!
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